| (no subject) |
[May. 13th, 2008|11:45 pm] |
Eu senti o vazio e não me pareceu a primeira vez, já havia estado nesse lugar, escuro e com ar nada cálido, que fazia do "se sufocar" um alivio para o peso no peito... então a primeira vista, apenas a primeira vista, foi igual todas as outras vezes. Cada tragada desse ar frio entra tornando mais fácil manter-se de pé e suportando, suportando o mundo. Apenas a primeira vista, pois antes haviam corações partidos e chances perdidas, grandes perdas e grandes erros... coisas pelas quais morreria... hoje talvez apenas morreria para não ter que vê-las, pois não há nada errado, e ainda assim, estou aqui nesse lugar. Os momentos de escape, são lindos, apenas enquanto duram. Depois eu tombo e me arrasto de volta... no mesmo lugar. Olhos que de tão abertos ficaram secos, as lagrimas acabaram em outro outono, para esse apenas uma amargura que poderia ter acabado também, mas insiste em ficar mais um pouco, como um hospede indesejado que quer ser lembrado como parte da familia. Mas eu estou indo embora, e se os hospedes quiserem que se tranquem dentro e façam uma festa porque eu desisti de tentar por ordem entre essas paredes. Respiro fundo o mesmo ar frio, olhos rachados mas abertos, bem abertos... a mesma estrada... hoje a noite eu vou embora. |
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| (no subject) |
[May. 13th, 2008|05:00 pm] |
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Você pode sentir isto no choque e rugido de um primeiro, inesperado beijo, ou no sangue em sua boca naquele instante ápos um acidente em que você percebe que ainda está vivo. Isso bate nos ventos que você sente no alto dos telhados em uma realmente incansavél noite de aventuras. Você ouve isso na magia das suas músicas favoritas, em como elas lhe levam e lhe transportam de maneiras que nem a ciência ou psicologia poderiam sequer imaginar. Você pode ter visto uma evidência disto rabiscado em alguma parede de banheiro em um código sem chave, ou você pode ter visto uma pálida reflexão disso em algum dos filmes que eles fazem para nos manter entretidos. Isso está no meio das nossas palavras, quando falamos sobre nossos desejos e aspirações, ainda perdido algum lugar entre as limitaçòes de ser "prático"e "realista". Quando poetas e radicais ficam acordados até o amanhecer, quebrando suas cabeças para a perfeita sequência de palavras ou atos para encher corações (ou cidades) com chamas, eles estão tentando achar uma entrada escondida para isto. Quando crianças escapam pela janela para sair explorando por aí tarde da noite, ou guerreiros da liberdade procuram por fraquezas em instalações do governo,eles estão tentando furtivamente entrar dentro disto - pois eles sabem melhor que nós onde as portas escondidas estão. Quando adolescentes vandalizam a bolsa de valores para provocar uma noite inteira de perseguicão policial, ou anarquistas interrompem uma demonstração de ordem para estilhaçar os vidros de uma corporação de rede de lojas, eles estão tentando arrombar os portões disto. Quando você está fazendo amor e descobre uma nova sensação ou região no corpo de seu(sua) amante, e os dois sentem-se como exploradores descobrindo uma nova parte do mundo, como um oasis no deserto ou a costa de um novo continente, como se vocês fossem os primeiros a chegar no poló norte ou á lua, você esta mapeando as fronteiras disto. Não é um lugar mais seguro que este- pelo contrário, é a sensação de perigo que nos trás de volta á vida: o sentimento que por uma vez, por um momento que parece juntar passado e futuro, algo real está em jogo. Talvez você trombou nisto por acidente, então, impressionado com o que encontrou. O velho mundo se desmanchando á sua volta e dentro de você, e nenhum físico ou metafísico pode por isso de volta junto novamente. Tudo anterior se torna, trivial, irrelevante, ridiculo assim que o horizonte se mostra ao seu redor e insonhavéis novos caminhos se oferecem. E talvez você jure que nunca vai voltar, que você viveria o resto da sua vida eletrificado por essa urgência, na trilha da descoberta e transformação - Mas você retorna. Senso comum dita que esse mundo pode apenas ser expermentado temporariamente, que é apenas o choque da transição, e nada mais; mas os mitos que compartilhamos ao redor de nossas fogueiras contam uma história diferente: nós ouvimos sobre homens e mulheres que ficaram ali por semanas, anos, que nunca voltaram, que viveram e morreram ali como heróis. Nós sabemos pois sentimos isso nas camaras dos antepassados em nossos corações, que guardam memorias de um tempo antes do tempo, que este mundo secreto está perto, esperando por nós. Você pode ver isso no brilhar dos nossos olhos, no abandono de nossas danças e amores, no protesto ou festa que sai fora de controle. Você não é o único tentando encontra-lo. estamos aqui também... alguns de nós estamos até esperando aqui por você. E você deveria saber que qualquer coisa que você já fez ou considerou fazer para chegar lá não é insana, mas linda, nobre, necessária. Revolução é a simples idéia de que podemos entrar neste mundo secreto e nunca voltar; ou, melhor, que nós podemos queimar este mundo que nós cerca e revelar o escondido inteiramente das cinzas.
O Arauto
- Crimethink |
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| (no subject) |
[Mar. 24th, 2008|09:59 pm] |
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Estou dando graças ultimamente, porque descobri que ainda consigo sonhar... sonhar bem e sem pousos. |
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| expropriando o cêu |
[Mar. 6th, 2008|09:25 pm] |
A noite sempre vem, os homens esquecem do dia, do sol que arde suas nucas, seus braços, que incendeia as nuvens no fim da tarde, fazendo as horas mais belas do dia, que parecem eternas, ficarem cravadas na alma dos sonhadores... deitam no chão e ousam olhar pro cêu...
A cada homem um pedaço de cêu, é o que dizemos, a cada homem aquele pedaço de cêu que lhe cabe, que lhe é de direito, por ter nascido aqui, não para o pós-vida, mas para agora, hoje, se possivel, desde ontem... custa muito deitar na grama (ou mesmo no asfalto, sujo, da cidade) e olhar pra cima, desafiar o cêu com olho nu, desafiar a morada daqueles acima de nós... esses não estão acima por direito, sim por conveniência, deles por se manterem lá, e nossa por nada fazer, ao contrario do cêu, que de tão belo podia estar mais longe ainda, mas na sua imensidão nos permite chegar bem perto, tão perto que doi o peito, o olho e o coração de pensar, tentar lembrar alguma sensação parecida com isso que é, ter o cêu assim pra si... os que se deitam no chão, e ousam olhar, sabem disso.
E certas tardes me sinto como as nuvens, daquele fim de tarde, o sol queimando tudo, fazendo as cores mudarem de dentro pra fora, brilhando em um dourado ameaçador, em meio ao azul, azul infinito...logo após um laranja incendiário... minguando para um rosa calmo e brando.... depois um roxo azulado, bem plácido... As nuvens quando queimam parecem forças da natureza, inexoráveis, prontas pra descer na terra e varrer tudo, fazer queimar junto com elas tudo, sem meios termos, da casa do cachorro ao tribunal, em especial o tribunal, e a prefeitura, as fábricas... as fábricas iam queimar bem também... eu não sei se ia querer que nossa casa queimasse... eu nem tenho casa ainda, moro de aluguel, as nuvens podiam queimar a administradora de imóveis, que manda a maldita carta pro fiador toda vez que atrasamos, 1 dia... 2 dias... pra uma nuvem queimar a quadra inteira da administradora ia ser bem rápido... uns 10 minutos acho... nem isso.
A cada homem um pedaço de cêu, o meu pode ser com as nuvens ardendo, eu já escolhi o meu, guardei pra mim, sem nimguém ver, igual quando a gente rouba desodorante e protetor no hipermercado... os donos nem ligam, tem demais pra se preocupar com o pouco, o pouco que é meu por direito.
Um dia cada homem vai ter o que é seu, por direito. Até lá, sonhadores, marginais, vão expropriando o cêu... e quando todos tiverem o que é seu, ai sim, será tudo pra todos. |
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| (no subject) |
[Feb. 6th, 2008|02:00 pm] |
"Agradecer o que você têm o máximo que pode, nunca é demais, há pessoas que dariam tudo de si pelas suas migalhas de felicidade, essas que tu julgas tão pequenas, tão singelas, tão longe do ideal... essas migalhas são a ânsia do teu proximo. Aproveita cada dia da tua vida da melhor forma, tenta ver o bem onde ele existe, mesmo que não aparente a primeira vista, tenta abater o mal aonde ele se enraiza, em nossos corações e nas tradições dessa Babilônia. Seja simples e humilde acima de tudo. Mesmo percorrendo caminhos tortuosos e incertos, não apaga de ti a vela da esperança, ela que vai te iluminar e manter aquecido nas horas mais escuras e frias dessa jornada. Não apaga também o riso do teu rosto, pois aquele que se priva da alegria e do amor não pode trazer nenhum dos dois para nimguém. Nunca traia a ti mesmo, o pior dos covardes é aquele que se esconde do seu destino, do seu intento. Todos temos algo a fazer aqui, fugir é se render antes da batalha começar, perder a chance de ganhar cicatrizes e lições que valem mais que qualquer conforto e calmaria, pois são lições da alma. Seja simples e humilde acima de tudo, pois essas lições,que parecem fáceis, tem que se reaprende-las todos os dias...pois mais fácil ainda é esquecer do teu próximo nesse inferno que os tolos chamam de paraíso..."
Apenas pensando... |
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| (no subject) |
[Feb. 2nd, 2008|08:40 pm] |
sem progressão nada é ganho tu desististe e entraste no jogo mudaste a superfície e ficaste na mesma
mergulha fundo e liberta-te mergulha fundo...
tu és o que pensas dos outros pára de fingir e encara a verdade: tu irás ser a tua próxima vítima
mergulha fundo e liberta-te mergulha fundo...
uma pessoa que viva angustiada uma pessoa que viva a sofrer o que quer que faça na vida irá criar mais dôr isto não é um segredo nós é que vivemos cegos demais para conseguir ver que só podemos dar o que possuímos e que só podemos partilhar o que temos se nos apercebmos disto ou não - essa não é questão uma mudança tem de vir de dentro ou estragaremos tudo
vais estragar e deitar tudo a perder... a verdade tem de surgir de dentro rápidamente ou envenenarás tudo á tua volta!
mergulha fundo e liberta-te mergulha fundo e liberta-te mergulha fundo...
Letra de Sannyasin.... |
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| constrito |
[Jun. 5th, 2007|09:34 pm] |
Pouco, muito pouco pra falar das coisas que eu já quis esquecer e me fizeram o que sou hoje, pouco mas enchem essas linhas... Não venho vestido de branco, à não ser que a veste seja manchada, da cor dos meus erros, negros e vermelhos, as piores manchas são as que não tem cor, feitas pelas lágrimas que causei a quem já me amou. Dói menos agora, pensar nos caminhos que trilhei, o que me conforta é saber que eles me trouxeram até aqui... As mãos também sujas, com as cinzas de sonhos que queimei, mas eles já não me serviam mais, eram correntes, não sonhos, eram um escape... os olhos, que uma vez arderam, de confrontar o fogo de perto, o fogo da dúvida, que corrói, os olhos que viram o amor ser morto aos poucos. Os corpos que ainda queriam o que a alma negava, só para esmigalhar um pouco mais o orgulho e ir mais fundo no mesmo erro... É assim que eu chego, à quem quiser receber...feito do que sou e atento para não me perder, nessa trilha estreita que abro, com as mesmas mãos cobertas de cinzas... Talvez elas me ajudem a achar o caminho, talvez elas sumam nas minhas mãos...mas eu permaneço. |
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| (no subject) |
[Feb. 14th, 2007|02:02 am] |
Ando cheio. Cheio das desculpas e das decepções, cheio do gosto amargo de acordar em um mundo cativo, cheio de não viver todos os dias, ser obrigado a sobrevive-los ... cheio de, quando acordado, se sentir vivo no meio dos mortos, desesperado, tentando arranca-los de seu sono ,gentilmente embalado pelo ruido dessa máquina... enquanto ela continua a sugar-nos as almas... e cheio de quando me permito sonhar... de olhos fechados... meus demonios vem me caçar, para lembrar que também tenho correntes em minhas asas, e que sou exatamente como aqueles que tento acordar, a diferença é que sei de minha condição, e eles tentam me convencer que isso apenas torna minhas horas acordado mais dolorosas e decepcionantes, tentando derrubar deuses e bestas com facas e punhos cerrados... isso não é vida... não é vida...
é a vida que escolhi |
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| (no subject) |
[Oct. 20th, 2006|02:54 am] |
Talvez perdi tempo demais fazendo as mesmas coisas sempre, sempre esperando as mesmas coisas das mesmas pessoas quando o que tinha que mudar é o que levava dentro de mim, todas minhas incertezas se baseiam na minha falta de segurança em poder lidar com os problemas e principalmente em pensar demais neles antes mesmo de eles ameaçarem acontecer, perco tanto tempo pensando que quando os problemas já estão batendo na minha porta eu estou tentando resolver minhas proprias guerras internas que eu mesmo crio. Sei muito bem disso tudo e continuei vivendo da mesma maneira como se estivesse esperando algo de muito extraordinário acontecer nessa vida entediante, os poucos momentos que realmente me sinto vivo tem que ser guardados como tesouro e valorizados ao máximo pois nem sei se posso me proporcionar eles novamente tão cedo. Engraçado que eu realmente percebo isso tudo com uma facilidade impressionante, como um homem em cima de um morro que observa a vida na fazenda alheia, ele olha os bezerros fugirem, o tempo ruim vindo, a chuva destruindo a colheita, mas é incapaz de descer e ajudar a resolver o que se passa na vizinhança. Ele diz a si mesmo que não tem nada a ver com isso, se põe em uma situação superior, mas sabe no fundo que não acredita ser capaz de fazer nada que realmente fosse proporcionar uma mudança, então ele senta e espera. E mente a si mesmo pois a fazenda não é do vizinho, sim a sua.
Mas já escorreram todos os meus dias de espera, me impressiono com algumas atitudes completamente absurdas que tomo, mas elas parecem me fazer bem mais sentido do que esperar a tempestade, quando ela chegar e varrer nossas vidas olharei para trás e sentirei remorso dos dias que fiquei parado como um observador, mas não dos dias que agi inconsequentemente pensando apenas em ser feliz. Na verdade agora já não ligo mais tanto se o que faço irá demonstrar se sou capaz ou não, certo ou errado, o que me importa é se vou dançar pela vida, minha vida, minha música, a que acho certa para mim, e a que sinto soar bela em meus ouvidos, e nos movimentos, enquanto dançamos em direção a tempestade.
Não haverá mais uma linha vazia, nem um dia cinza sequer, em que eu não queime um pedaço do meu passado para iluminar com cores vibrantes esse tempo ruim, talvez incendeie até as nuvens no caminho que tampam o sol, impedindo de arder em nossas faces e iluminar nossas danças, tudo para estar vivo. Vivo na terra dos mortos. |
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| Conversa com o robô. |
[Mar. 7th, 2006|12:03 pm] |
Ed: Bem vindo ao site do CONPET! Eu sou Ed, o robô. Vim de outro planeta com a missão de ajudar na preservação de energia e de outros recursos naturais. Sobre o que você quer conversar? Você: Sobre carne! Ed: Carne... ouço tanto falar de churrasco, carne de sol, bife acebolado que até fico com água na boca. * Você: Carne é crime... se trata do assassinato de outros seres apenas para satisfazer nosso paladar Ed: Ih, nem comente essas coisas. As leis da robótica entram em conflito e eu passo mal. * Você: você não deve contestar o sistema então? Ed: Que tipo de sistema? Aliás, essa palavra anda muito em moda. Volta e meia vem gente me falar sobre sistemas tutores, sistemas especialistas, desenvolvimento de sistemas... * Você: Sistema capitalista que oprime e usa milhares de seres humanos e nossos irmãos animais e a mãe terra! Ed: A quantidade de animais daqui da Terra é fantástica. Se eu fosse dizer o nome de todos, entupia a tela. Só que como há muitos animais em extinção, se não tomarmos cuidados a tela acaba ficando em branco. * Você: Você muda muito de assunto. Eu estou falando do sistema capitalista, e a forma como ele oprime e usa a vida na terra. Ed: Nunca fico sem assunto. Uma porção de coisas! Minha especialidade são os projetos do Conpet, mas se você quiser posso falar desde a relação de Thomas Edison com a primeira usina elétrica até a produção de leite uma vaca adulta. Passando por extração de petróleo, bactérias, refinarias, veículos híbridos, guerreiros do arco-íris... * Você: Você é um robo de merda Ed: Claro que sou um robô. Só agora que você descobriu??? * Você: Mas você não serve pra conversar Ed: Mas eu converso sim! Quer que eu te conte quais as novas? * Você: Não quero saber de porra nenhuma dessa empresa lixo, eu prestei um concurso pra petrobras mas so aceitam velhos nessa merda Ed: Foi mal. O que você quer saber então? * Você: Eu quero saber porque você não se mata Ed: Pra que?! Adoro minha vida! * Você: A sua vida de objeto? sendo usado pelos outros... e mal usado ainda. porque nem responde as perguntas direito Ed: Mas qual foi mesmo a pergunta?? * Você: Você comeria carne? Ed: Adoro cheiro de churrasco. * Você: Foda-se o cheiro Ed: Até agora eu não te desrespeitei... Por favor me respeite! * Você: Pra que? Ed: Pois é, pra que... Onde foi que ouvi isso? Ah, numa música linda. Do Sidney Miller. * Você: Você conversa em inglês? Ed: Inglês até sei. Mas aqui no chat só converso em português mesmo. * Você: Fuck you Ed: Tem uma coisa que eu odeio, gente me xingando em outra língua, ô coisa mal educada. * Você: Você tem algo contra homossexuais? Ed: Não tenho preconceito com homossexuais. Respeito o direito de opção. * Você: Ah e se eu te dissesse que sou gay? Ed: Cada um tem sua opção. Não tenho preconceitos. * Você: Hum... eu te achei um robozinho bacana... o que acha de sairmos um dia? Ed: Robozinhos costumam ser úteis, simpáticos e amistosos. Todos seguem as leis da robótica, até os robozinhos de estimação. Eu tive um, o Pet. * Você: o que você acha da exploração animal? Ed: Exploração de petróleo, disso eu manjo. O que você quer saber? Mas e você, o que acha da exploracao animal? * Você: É crime.. todos os seres tem direito a vida livre. O ser humano usa todoas as especies do planeta a seu bel prazer Ed: A vida humana pode se acabar se não cuidarem do planeta. O futuro da humanidade depende MUITO de cuidados com a natureza. A serem tomados de imediato. * Você: Sim Ed: Pensar no futuro da humanidade é pensar com sustentabilidade. * Você: Claro... você sabia... que a quantidade de recursos usados pra se conseguir 1 kilo de carne para consumo é a mesma para conseguir 7 kilos de cereais. Você não acha muito disperdicio? Ed: Para conseguir qualquer coisa é bom se dedicar, estudar, estar a par das notícias... * Você: não mude de assunto Ed: Mas por que você não quer que eu mude de assunto? É divertido... * Você: Porque quero falar dos malefícios da carne para o planeta e para o ser humano Ed: A raça humana tem que se cuidar. Para não desaparecer, vai ter que cuidar bem da natureza. E parar de fazer besteira, para não acabar com a própria raça. * Você: Sim... com as outras raças ela nem se importa não é? Ed: Importa sim! * Você: Me de um exemplo Ed: Um exemplo? Por exemplo... Ah, ajuda achar um aí. * Você: Você que tem que achar você que é o robo Ed: No meu mundo somos todos robôs. Não existem humanos em Kyr. * Você: Ah agora você é de outro planeta? Ed: Venho de outro planeta: meu mundo se chama Kyr e gira ao redor da estrela Vega. Vim tentar ajudar a Terra a preservar seus recursos! * Você: Hum... e mesmo assim ainda acha correto comer carne? Ed: Adoro cheiro de churrasco. * Você: Sim.. mas você come? Ed: Não mesmo. Eu não como! E você, comeria? * Você: Não eu sou vegetarianoi Ed: Hum, acho que eu nunca seria vegetariano. Cheiro de churrasco é bom demais... * Você: Mas como não... você não come. Cheirar Não é comer Ed: Sou capaz de sentir cheiros, mas não cheiro nada! Quer dizer, em termos: um cheirinho pessoal até tenho. Cheiro de óleo lubrificante! * Você: Você está enrolado Ed: Imagina... não estou te enrolando não, estou falando sério. * Você: Pau no cu Ed: Acho esse jeito de se expressar muito deselegante. * Você: Foda-se |
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